quarta-feira, 25 de maio de 2011

NET do seu jeito. No seu tempo.

Palestra com Alessandro Maluf – Gerente de marketing da NET 



MERCADO – CONCORRENTES
Há três anos a NET ganhou frente na competição com seus concorrentes com uma oferta combinada (internet, telefone e TV), sua maior concorrente, a SKY, não possui internet nem telefone, já a Telefônica, possui internet e telefone, porém, não possui televisão.
Todos os concorrentes estão tentando juntar estes três serviços, e com isso quem se beneficia é o consumidor.
Uma coisa na opinião de Maluf que não mudará, é que a maior tela (televisão na sala de casa) é a que continuará reinando, mesmo com computadores e outros aparelhos. E é nisso que a NET aposta com suas novas propostas. Ele diz também da força que têm o futebol ao vivo e alguns dos programas do horário nobre (novela das 21:00 e Jornal Nacional da Globo).

CENÁRIO ATUAL
O brasileiro está constantemente conectado, e em seus momentos de lazer em casa isso não pode ser diferente, por isso a NET propõe soluções interativas aonde o consumidor tem poder de escolha do que assistir e quando assistir.
Algo que a NET sempre foca é em oferecer novos produtos ao consumidor, e , na opinião de Maluf, isso é o que lhe dá vantagem frente a concorrência que demora para oferecer algo similar, e neste passo , a NET já tem alguma outra novidade.
 A NET é muito preocupada com sustentabilidade, por isso, quem pagar sua fatura em débito automático ganha R$10,00 de desconto em sua conta, incentivando assim o não uso de papel para gerar a fatura. Além disso, participa do Wed Challenge (mais informações no site http://www.unep.org/wed/challenge/).
HDTV – a NET apostou nos decodificadores HD quando eles ainda eram muito caros e para eles não davam nenhum lucro, pois eram vendidos pela metade do seu preço de custo. No entanto, essa aposta foi um sucesso e hoje já contam com aproximadamente 30 canais no pacote HD.
Investimento – querem todas as cidades com TV digital. Hoje são mais ou menos 70% que já possuem, faltam ainda cidades pequenas.

Gravador digital – HD MAX (DVR)
·         Dá ao consumidor a possibilidade de gravar seus programas favoritos e assistir quando quiser e quantas vezes quiser.
·         O armazenamento do programa é feito no HD da televisão.
Novidades – a NET está planejando muitas coisas para o público, e pode ser que em breve tenhamos:
·         Acesso à grade e informação da programação.
·         Poder de escolha do que assistir e aonde assistir: ainda não disponível ao público, a NET pensa na interação tablete/TV. Com ele você escolhe o que quer assistir pelo seu tablete, arrasta o programa para a tela da TV e assiste nela. Há ainda a possibilidade de convidar um amigo para assistir o seu programa, tudo isso utilizando a internet.
NOW – NET do seu jeito, no seu tempo. Essa nova marca pretende aumentar o valor da TV por assinatura. Ela traz ao consumidor conteúdo e tecnologia e é um serviço que a concorrência ainda não possui, o On Demand – o conteúdo fica disponível ao assinante NET a hora que quiser e haverá a possibilidade de contratação apenas dos canais que ele quer (ainda não disponível ao público).
O portal do On Demand terá até karaokê no serviço. Com ele, o cliente escolhe seu horário nobre.

·         O cinema nele deve ser um serviço pago a parte, pois são filmes que ainda não faze parte da janela de filmes gratuitos (ainda não passaram pelas etapas cinema – locadora – telecine – canais pagos – tv aberta).
·         Processo de decisão de marca  - a marca NOW reforça que as novidades chegam primeiro para os NETS. A NET no entanto pretende sempre reforçar o NOW sem falar em “vídeo on demand” que é um serviço que a concorrência logo apresentará.
·         O logo traz a ideia de variedade de conteúdo + fibra ótica (tecnologia utilizada pela NET).
·         A NET crê que para os anunciantes esta inovação traz também muitas possibilidades. Pensem bem, eles agora podem segmentar seu publico de acordo com seus gostos televisivos e trabalhar uma abordagem especifica para cada publico, diferente do que acontece atualmente que é uma abordagem genérica.

Leia mais em:


por Bruno Ferrari, Lidia Zaclis e Stephanie Behar

Mundo interativo.

Palestra com Alessandro Maluf, Gerente de Marketing da Net. 





   Antes de falar da Net, é importante contextualizar que o serviço oferecido pela empresa é de canais de TV à cabo, internet e telefonia, gerando na união destes três serviço o Net Combo. Com o marketing voltado totalmente para o produto  o palestrante Alessandro Maluf nos trouxe informações tecnológicas e tendências de mercado.




   A concorrência é muito forte neste mercado, o Combo oferecido pela Net sempre foi o grande diferencial, o mercado de telefonia era um monopólio até a net oferecer o serviço e se diferenciar de todas as outras prestadoras de serviço de TV à cabo. E com isso, todo mercado se movimentou.

   Quanto ao consumidor, ele está mais em movimento do que este mercado.  Especialistas dizem que a TV no formato que conhecemos hoje vai acabar, porém a net não acredita nisso. Acredita que a tela maior continuará sendo na sala, o convívio com a família na frente da TV vai continuar existindo, a importância de ver futebol independente da tecnologia, e os conteúdos estrangeiros traduzidos continuarão como peças fundamentais no entretenimento familiar.

   Mas a Net entende que o formato atual não é suficiente para o consumidor do futuro, por isso, desde já preocupada com a sustentabilidade, tecnologia e inovação a Net agora proporciona aos seus usuários a tecnologia On demand. Essa programação não tem grade fixa de horário, dentro de uma biblioteca o consumidor escolhe o conteúdo e assiste na hora que quiser.



   Como principal concorrente deste novo serviço que será oferecido, a Net não  tem exatamente os concorrentes atuais, ela ganha mais um; A Net Flicks. Com o funcionamento de uma blockbuster tradicional que a principio oferecia delivery de DVDs, hoje a empresa oferece um acervo de vídeos online, basta escolher o vídeo e assistir. Apesar de não oferecer conteúdo ao vivo a proposta é semelhante a da Net.

   A interatividade é a grande tendência, desde integração de TV à cabo com iPads, iPhones e iPods, até bibliotecas eletrônicas disponibilizando conteúdo para que você escolha. O grande desafio atual, é que as empresas precisam oferecer conteúdo para satisfazer o consumidor, e atualmente o consumidor só fica satisfeito quando ele vê o que ele quer, do jeito que ele quer, na hora que ele quiser. Portanto a Net criou o serviço NOW para atender este consumidor tão interativo, além de aumentar o lucro, agrega valor ao serviço de tv à cabo.



   A TV à cabo evoluiu junto com a tecnologia e o ponto de vista do consumidor, hoje o mais importante é que o posicionamento mudou, o foco é no produto, pois o consumidor não procura mais oferta, são muitas ofertas em busca de uma demanda.



Andressa Carnevale, Camila Coiro, Juliana Fera, Thaís Stephan - CSOS 6E

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Marketing Esportivo como Entretenimento





PIONEIRISMO
No inicio o tumulto, depois de tudo se acalmar inicia-se a palestra, o palestrante se chama José Estevão, já trabalhou na JWT e já foi diretor da Caloi. José Estavão Cocco simplesmente é o pioneiro em marketing esportivo, ao montar a empresa J.COCCO especializada em marketing esportivo  no Brasil e demonstra na palestra saber bem o que diz, já que trabalha com marketig esportivo há mais de 30 anos.

MARKETING ESPORTIVO
A essência do marketing é detectar a necessidade das empresas e dos consumidores e aplicar da melhor forma possível para atender à essas necessidades.
O objetivo do marketing esportivo é basicamente desenvolver eventos esportivos de acordo com a necessidade de cada  empresa. A J.COCCO trabalha exatamente em fazer isso, marketing esportivo com o foco no marketing.

MARKETING COM ENTRETENIMENTO
Entretenimento é a indústria que mais cresce no mundo. O esporte é muito importante para as pessoas. Atualmente relaciona-se o esporte com entretenimento, a ideia da J.COCCO é fazer ações com esporte pensando no entretenimento e diversão.




“O entretenimento diverte, o esporte apaixona, o sportainment encanta” José Cocco




Esporte é uma das principais paixões do mundo, atinge diretamente a emoção, os sentimentos, além de ser uma forma de unificação. Cenas esportivas são muitas vezes inesquecíveis. Assim esporte atinge também o lado financeiro dos consumidores.

Com isso o esporte, atualmente, é bastante patrocinado e muitas empresas investem, com a intenção de relacionar a marca com os momentos incríveis que o consumidor passa assistindo esportes.

Dessa forma, sempre que possível uma empresa não pode deixar escapar uma oportunidade. No país do futebol, empresas como a Vivo, por exemplo, do ramo de Telecom, não só acreditam no marketing esportivo como destacam boa parte da sua equipe em função do mesmo, uma vez que a mesma é patrocinadora oficial da seleção brasileira. Além disso, toda a veiculação de propaganda e toda a ação comercial que gera em torno de uma partida é tão grande, que valores de comerciais cooperados (quando a Vivo anuncia Motorola ou etc) são negociados em alto padrão e trazem pra empresa o conhecimento de marca que tantas outras gostariam de ter. 


Com a vinda da Copa do Mundo para o Brasil em 2014, com os Jogos Olímpicos em 2016, o país estará super aquecido não só em empregos no turismo, construção, mas também e principalmente no ramo da propaganda. Não há uma empresa que não queira entrar na onda aquecida em que o mercado se encontra, que não queira aproveitar essa oportunidade para ganhar mais share e conhecimento de mercado. A Vivo por exemplo já tem em seu cotidiano projetos fortes para o esporte, porém não tem nem metade da força dos projetos que estão por vir. As contratações estão crescentes, as empresas estão investindo em profissionais com idéias inovadoras, pois sabem que essa é a oportunidade de ouro no mercado que pode consagrá-las. 

Vale conferir a página da Vivo no Facebook

SIMBOLOS DE MARCAS DAS COPAS

Durante a palestra foi discutido a respeito dos símbolos das marcas das copas.



O símbolo da marca de uma copa  do mundo é bastante significativo e importante para representar o país. O símbolo da marca da Alemanha para a Copa de 2006 foi usada para mostrar que os alemães são receptivos, pessoas alegres e recebem bem seus turistas. Usou como posicionamento um momento para fazer amigos.
Porém o símbolo do Brasil de 2014 não possui um posicionamento bem elaborado e nem específico.

Contudo, com os eventos esportivos que acontecerão nos próximos anos, a tendência é que marketing esportivo no Brasil só cresça, pois é uma ótima oportunidade para as marcas conquistarem "Brands Lovers", ou seja, amantes da marca, não diretamente ligado aos produtos. 


Amanda Salles, Denise Faustino, Gabriela Corso, Paula Rovai e Yasmin Carolino
CSOS 6E

Sportainment Strategy



Para mais informações, galeria de fotos, matérias e curiosidades relacionadas a palestra de José Estevão Cocco acesse: http://accm-sportainment-strategy.webnode.com.br/



No dia onze de maio tivemos um enorme prazer em receber José Estevão Cocco para uma palestra sobre Sportainment Strategy, a convite da Professora Ana Fugulin. Cocco é presidente da J.Cocco Sport Marketing, uma das pioneiras em marketing esportivo e realizadora dos maiores cases do país para importantes e grandes marcas como Coca-Cola, MasterCard, Claro, Pão de Açúcar, Caloi, Renault e dezenas de outras.

O Sportainment Strategy é a nova geração do marketing esportivo. O marketing esportivo tradicional explora a paixão do esportista; já o sportainment agrega o entretenimento ao esporte, fazendo com que as pessoas tenham uma experiência muito mais profunda e completa. Segundo Cocco o “entretenimento diverte, o esporte apaixona, o sportainment encanta”.
O encantamento trazido com o sportainment se reflete diretamente no índice de felicidade das pessoas. Sendo assim, qualquer investimento que um país faça em copas do mundo ou outros ecentos esportivos são compensados pela felicidade dos moradores.

A copa do mundo, traz um ar festivo e cheio de investimentos por si só; transformá-lo em entretenimento é a melhor forma de ampliar a associação entre produtos e marcas ao esporte, de uma forma leve e que transmita ao consumidor este clima positivo. O sportainment emociona, apaixona e encanta! Por estas razões o sportainment atrai mais investimentos do que direcionados a cultura, responsabilidade social e ambiental.

O impacto da associação de uma empresa com o sportainment é tão forte que: 60% das marcas top of mind e 150 entre as 200 maiores empresas do mundo têm alguma ligação com o sportainment.

É notável que esta indústria tenha se destacado muito e tenha refletido para a sociedade seus benefícios. Já se contabilizou que cada dólar investido no esporte se economiza em saúde três dólares e vinte centavos; as cidades que mais investem em esportes possuem os melhores Índices de Desenvolvimento Humano.

As tendências do Sportainment
O Brasil tem pela frente ótimas oportunidades relacionadas ao marketing esportivo, devido a copa do mundo de 2014 e as Olimpíadas no Rio em 2016. A indústria do esporte somada a indústria cultural e a do entretenimento somam mais de cem bilhões de investimento ao ano , possuindo um enorme potencial para aumentar!


José Cocco destacou muito este momento que estamos passando e frisou, em sua palestra, as tendências do sportainment para este cenário:

1- Desenvolvimento do produto

Deve haver uma maior competitividade, transformar algo que seria uma disputa esportiva em um espetáculo, proporcionando mais entretenimento e gerando experiências ao público.

2- Melhor exploração comercial

Nos Estados Unidos há estudos que comprovam que o público que freqüenta os eventos esportivos gasta mais que o triplo do que gastaram no valor do ingresso com alimentação, souvenir e etc dentro da estrutura esportiva (estádio, ginásio e etc). Há um potencial aumento do lucro quando se oferece um serviço melhor, com atendimento treinado e com o desenvolvimento das estruturas.

3- Exploração de conteúdo

Há maneiras de aproveitar o espetáculo para aumentar o lucro como, por exemplo, a venda de conteúdo, cobrança por transmissões, reportagens e etc.

4- Busca de novos consumidores

Buscar um público mais amplo que irá ao evento principalmente pelo encantamento proporcionado pelo sportainment como o público não fanático, as famílias, os jovens e principalmente o público feminino.

 
Para mais informações, galeria de fotos, matérias e curiosidades relacionadas a palestra de José Estevão Cocco acesse:


Bruno Campanelli, Christiano Vellutini & Luisa Moura

CSOS6A


quinta-feira, 12 de maio de 2011

Do Produto à Era Digital

       Na ultima quarta feira, a ESPM recebeu o gerente de marketing da Yahoo Alexandre Bessa para uma palestra sobre comunicação digital. Bessa explorou na palestra desde princípios básicos do marketing e do consumo até chegar às novas tendências digitais e virais. Ele começou a palestra explicando o impulso básico que nos faz consumidores, e para essa explicação, o palestrante usou teorias de Ian Pavlov, filósofo russo que entrou para a história por sua pesquisa: o papel do condicionamento na psicologia do comportamento.
 

         Pavlov defendia a idéia básica de que condicionamento clássico consiste em que algumas respostas comportamentais que são incondicionados (reflexos inatos em vez de aprendidas), enquanto que outras são reflexos condicionados (aprendidos através da vivencia de situações agradáveis ou desagradáveis simultâneas ou imediatamente posteriores). Através da repetição consistente dessa vivencia é possível criar ou remover respostas fisiológicas e psicológicas em seres humanos e animais. Essa descoberta abriu caminho para o desenvolvimento da psicologia comportamental e mostrou ter ampla aplicação prática, inclusive no tratamento de fobias e nos anúncios publicitários.
 
Pavlov foi, portanto, o descobridor de umas das técnicas relacionadas com a variável mais importante do consumo nos dias atuais: o comportamento.


        
Segundo Bessa, todo comportamento humano provem de uma motivação acompanhada de uma oportunidade. Dependendo das vantagens da oportunidade, uma venda pode ser bem sucedida ou não.  O ato do consumo pode ser resumido simplesmente por símbolos emocionais que interferem na nossa maneira de ver o mundo e que o mundo nos vê, isso tudo transformado em um objeto ou serviço, algo compacto, algo que possa ser comprado. 

         No começo da vida da publicidade pelo que conhecemos, os produtos eram vendidos apenas pelos seus atributos intrínsecos, ou seja, as características que eram visíveis do produto, como um refresco gelado, doce e colorido. Com a descoberta dos impulsos motivadores do consumo, os publicitários passaram a usar dos valores extrínsecos, que são aqueles atribuídos a como o produto se localiza no mundo emocional. O refresco que antes era apenas doce, gelado e colorido, hoje em dia é uma crença coletiva de felicidade, sinônimo de bons momentos, boas companhias, comemorações e uma das marcas mais poderosas do mundo! Sim, é a Coca-Cola!  O produto em si não passa de um refresco gaseificado como qualquer outro, mas hoje ocupa um espaço emocional intangível na cabeça do consumidor, e é isso que a faz tão poderosa.

         Além disso, o palestrante também explorou a tendência digital no marketing. O mundo digital invadiu as vida dos consumidores tanto para o que estavam preparados para este salto quanto para os que não estavam tanto. As mídias digitais hoje em dia estão entre as mais poderosas e eficazes do mundo,
Em 1960, Marshall McLuhan eternizou a frase “O meio é a mensagem” e é impressionante como esse conceito se aplica exatamente no que o mundo vive hoje com a comunicação digital. Primeiramente a frase por ser um pouco complexa e confusa, mas ela se torna um pouco mais clara e objetiva ao ler essa explicação dada pelo próprio McLuhan:


“Enquanto suporte material da comunicação, o meio tende a ser definido como transparente, inócuo, incapaz de determinar positivamente os conteúdos comunicativos que veicula. A sua única incidência no processo comunicativo seria negativa, causa possível de ruído ou obstrução na veiculação da mensagem. Pelo contrário, McLuhan chama a atenção para o fato de uma mensagem proferida oralmente ou por escrito, transmitida pela rádio ou pela televisão, pôr em jogo, em cada caso, diferentes estruturas perceptivas, desencadear diferentes mecanismos de compreensão, ganhar diferentes contornos e tonalidades, em limite, adquirir diferentes significados. Por outras palavras, para McLuhan, o meio, o canal, a tecnologia em que a comunicação se estabelece, não apenas constitui a forma comunicativa, mas determina o próprio conteúdo da comunicação.”


 
         A internet traz consigo outra tendência de marketing que começa a dar seus primeiros passos: o marketing viral. Ele tem como ação básica criar através de redes sociais pré-existentes, aumentos exponenciais em conhecimento de marca, com processos similares à extensão de uma epidemia, o que explica o nome.
Os consumidores não tem a percepção da força dessa tendência nem o potencial da sua participação.  O marketing viral foi apresentado as pessoas de maneira natural, e aos poucos foi crescendo até se tornar o gigante em publicidade que conhecemos hoje. Facebook, twitter, e outras redes sociais em geral são instrumentos poderosíssimos de marketing que vão aumentar ainda mais sua potencia, assim que os consumidores enxergarem o verdadeiro conceito de marketing viral.








 Grupo 8: Ana Luiza Badan e Ana Carolina Menezes



quarta-feira, 11 de maio de 2011

O consumidor está no controle?



No dia quatro de maio, a ESPM recebeu Alexandre Bessa, gerente de produto do Yahoo, para uma palestra sobre conceitos de marketing. Mais do que falar apenas da empresa onde trabalha, ele abordou temas que foram desde o início da psicologia no marketing até o papel dos gerentes de produto nas relações dos consumidores com suas marcas favoritas.

Para aquecer o assunto, Bessa apresentou Edward Bernays - um dos pioneiros a trazer para a publicidade e relações públicas o uso de técnicas da psicologia, com o intuito de identificar e moldar as tendências dos consumidores. Nascido em Vienna, e sobrinho de Sigmund Freud, ele identificou a importância da marca se apropriar de uma história para contar, e como isso poderia trazer sucesso para as vendas dos produtos. Para ilustrar, o palestrante mostrou à platéia um vídeo sobre como os fabricantes de cigarro modificaram o estigma que o produto tinha, transformando-o em um símbolo de liberdade para as mulheres, aspiracional e glamouroso.

Além de Edward Bernays, Bessa também citou Pavlov, cientista russo que descobriu o poder dos reflexos condicionados. Baseados em uma seqüência de promessas e recompensas, a marca pode condicionar um comportamento por parte de seu cliente. Se contar uma história muitas vezes de forma convincente, ela acaba se tornando uma verdade absoluta para quem ouve.

Assim, ele provou que as marcas podem transformar produtos estigmatizados em algo socialmente aceitável e desejável. Elas podem também provocar ações irracionais ligadas a sensações e a como o consumidor quer ser visto pela sociedade (quem nunca comprou algo que sabe que não vai usar, ou que custa mais dinheiro do que tem para gastar? E ainda assim compra?).

I SHOP THEREFORE I AM

É consenso de que hoje os indivíduos são definidos pelos produtos e serviços que consomem. Apesar da afirmativa um tanto quanto pessimista, as marcas ditam as tendências, são autoras dos desejos dos consumidores, e têm seguidores, admiradores e afins. Alexandre chamou atenção para o fato que consumir não significa necessariamente consumir um produto físico. Consumo, nesse caso, pode ser ver um filme, ler livros, freqüentar determinadas escolas, seguir determinadas pessoas no twitter. Seus hábitos de consumo definem quem você é e transforma a maneira de como você é visto pelos outros, de uma forma mais ampla que somos capazes de imaginar.

O papel do marketing é transformar esses produtos/serviços em verdadeiros contadores de história, em portadores de emoções e características tão complexas quanto a de um ser humano. Assim, os consumidores serão capazes de se identificar, de segmentar e de se aglomerar em volta de algo que expressa o que eles pensam, gerando assim algo muito maior do que uma simples transação comercial/financeira.

O palestrante definiu dois tipos de características presentes nos produtos - os valores intrínsecos e extrínsecos. Foi mostrado o exemplo da Coca-Cola: os valores intrínsecos são aqueles inerentes aos produtos, os atributos físicos e os relacionados a eles como gelado, doce, refrescante.

Os extrínsecos correspondem aos valores que as marcas devem se apropriar para desenvolver um diferencial. Para exemplificar os valores extrínsecos, quem apareceu foi a OMO: crença coletiva, liberdade, “se sujar faz bem”, carpe diem, etc.

Quando apresentados a uma narrativa consistente, os consumidores tendem a se apropriar da história e encontrar uma boa razão para a compra. Ao ver o produto, os consumidores tem que se identificar com essa narrativa, encontrar uma solução para sua necessidade e ter algo que justifique seu comportamento.



O MARKETING CONECTADO

Contrariando o discurso atual, Bessa afirma que a concentração midiática no Brasil ainda é muito grande. O hábito do brasileiro de discutir o último capítulo da novela, ou comentar a pauta do último programa do “Fantástico” ainda é muito forte, e as grandes empresas vêem nesses programas uma identificação muito forte com o consumidor. Mesmo assim, ele chamou a atenção do poder que o marketing viral está exercendo no consumo e na construção dessas marcas.

O marketing viral:

- Não é um making off
- Tem bom conteúdo e história
- Tem uma narrativa única, engraçada e/ou controversa
- Ao contrário do marketing de massa, começa atingindo poucos para posteriormente atingir muitos.

Na mesma direção está o marketing invisível. Embora mais segmentado, ele também precisa da relevância e status. O marketing invisível sempre utiliza um “endosso” dado por alguém, normalmente alguém que o consumidor confia e se identifica. Ele tem como objetivo atingir os consumidores sem parecer pouco espontâneo e formatado. Esse tipo de marketing precisa ser muito bem feito e espontâneo, e pode partir de um cliente. Caso o consumidor descubra que o depoimento não é “sincero”, a marca perde toda a credibilidade instantaneamente. Para ilustrar, o palestrante utilizou vídeos da Dafra e da “Nextu”, exemplificando o poder que o consumidor tem quando se identifica ou se sente lesado pela marca.

Para finalizar a palestra, Alexandre Bessa mostrou o novo projeto da Yahoo: o Livestand. Se trata de um “assistente digital”, para ser utilizado em tablets. Essa nova ferramente faz uma coletânea dos conteúdos de interesse do usuário, e compila em um programa de fácil acesso, revolucionando a maneira de usar a internet e propagar conteúdo. Ele aprende suas preferências e se auto-personaliza, transformando o seu tablet em um board de referências.

Tudo leva a crer que o marketing do futuro é aquele que interage com o consumidor, que colhe os aprendizados e molda a oferta de acordo com suas preferências. Não se trata de um discurso onde o mundo corporativo se divide em “empresas boas” e “empresas vilãs”- e sim, um marketing mais conectado, inteligente e espontâneo, pronto para atender um novo tipo de consumidor, mais exigente e com maior poder de consumo.

CSOS6E
Alessandra Cervetto; Eva Farah; Isabella Cilento; Julia Furrer; Luiza Werfel; Maria Martha Mottin; Marília Safadi; Stephanie Achcar

Comportamento Digital

A palestra que assistimos foi basicamente um resumo de tudo que já vimos em nossas aulas de marketing da faculdade, dessa vez com uma aplicação mais contemporânea e aplicando todos os conceitos aprendidos na realidade digital.
            O palestrante começa sua exposição com uma reflexão sobre o consumo e como o comportamento define o que consumimos. Para que haja alteração no consumo, deve haver uma alteração no comportamento do consumidor. Para conseguir essa alteração de comportamento o produto deve oferecer uma oportunidade que justifique essa mudança. Assim que oferecemos uma oportunidade que seja interessante para o consumidor, possibilitamos uma mudança no seu comportamento. Achamos um comercial de cigarros da década de 70 que ilustra perfeitamente isso. O comercial de cigarros Camel propõe aos consumidores do concorrente que consumam o cigarro da marca durante 30 dias, para assim comprovar que ele é o melhor e por isso é o escolhido pelos médicos. 

            Ainda disso, vimos conceitos como  a diferença entre os benefícios básicos de um produto e os benefícios emocionais que o seu conceito proporciona para o consumidor. O palestrante expôs muito bem essa diferença, dando ênfase em como os benefícios emocionais tiveram que mudar para acompanhar a freqüente mutação dos atributos funcionais, decorrida dos avanços tecnológicos dos últimos anos. Somos uma geração antenada nessa mutação e que absorve facilmente às novas alternativas que ela nos apresenta. Apesar disso, produtos com um benefício básico simples e imutável, como a Coca Cola, conseguiram sobreviver todos esses anos apenas de mudanças nos seus benefícios emocionais. Bessa chamou a atenção para esses benefícios emocionais como narrativas que nos são contadas. Da mesma forma como quando éramos crianças, uma narrativa que nos atrai, influencia nosso comportamento e conseqüentemente nossa forma de consumir.
            O meio digital foi exposto pelo palestrante como um sucesso por ser um ambiente positivista, ou seja, uma situação ideal para uma marca abordar o consumidor. O facebook foi o exemplo utilizado para ilustrar esse universo ‘feliz’, positivista, onde todos são belos e amigos. O fato de não haver o ‘dislike’, botão para discordar do status de alguém, é uma prova disso. O meio digital também foi abordado como uma oportunidade de falar com um segmento mais específico. Por meio de blogs, comunidades fica mais fácil fazer uma comunicação dirigida ao seu público.
            As exposições de Guilherme Bessa foram interessantes, e mostraram um outro lado dos conceitos aprendidos anteriormente, porem ficaram longe de serem novidades. Ele deixou claro que apesar do universo digital apresentar freqüentes inovações, esta cada vez mais difícil diferenciar o seu produto do concorrente e conquistar a atenção do consumidor por um período superior a 3s. Dessa forma concluímos que o marketing viral ainda está “engatinhando” e longe de ser entendido e utilizado no seu potencial máximo. Assim, é intrigante pensarmos em como vídeos, muitas vezes sem a menor pretensão de repercussão, se transformam em sucessos da internet. Finalizamos com um exemplo desses vídeos.


Bruna Lettiere 
Marcos Botelho

quarta-feira, 4 de maio de 2011

É praticamente uma redundância pensar que para realizarmos o post de hoje sobre a palestra do Google, que tivemos semana passada com o palestrante Davi Cosso, buscamos algumas informações adicionais no próprio Google. Porém, pensando por outro lado, qual seria a página que iríamos buscar se não fosse essa? E é desta forma que o Google vem cada vez mais ocupando grande parte de nossas vidas, e tornando uma das empresas mais desejadas para se trabalhar.

Longe de ser apenas uma ferramenta de busca, é difícil identificar quantas vezes em um dia utilizamos algum “produto” do Google. Esses produtos são resultado de um modelo empresarial utilizado pela empresa, cujo nome é “70/20/10”, que significa: 70% do tempo dos funcionários voltado para o core business, 20% do tempo voltado para projetos relacionados ao core e 10% do tempo voltado para inovação, e são desses 10% que a maioria desses programas surgiram. Esse modelo só torna mais evidente o quanto o Google possui uma gestão diferenciada de todas as empresas do mercado, por isso, perguntamos aos trabalhadores: QUANTO TEMPO VOCÊ TEM PARA CUIDAR DE QUALQUER COISA QUE VOCÊ QUEIRA DENTRO DA SUA EMPRESA? Dificilmente acharemos uma resposta que será “mais do que 30 minutos por semana”.

Apesar de todas as evidencias que essa é a melhor empresa do mundo, ainda percebemos, pelos 9 princípios de inovação, que o Google não se acomodará e continuará procurando novas idéias e aperfeiçoamento. Olhem só e descubram como ser um “Googler” (é assim que são chamados os funcionários da empresa):


  • Inovação, não perfeição instantânea.
  • Idéias vem de todos os lugares
  • Licença para perseguir seus sonhos
  • Não mate projetos, transforme-os
  • Compartilhar o máximo de informações que você puder
  • Usuários, usuários, usuários
  • Dados são apolíticos
  • Criatividade adora restrições
  • Você é brilhante? Estamos contratando

Por conta de todos esses diferenciais do Google que cada vez mais as empresas procuram - para anunciar seus produtos. Isso se dá, pois o buscador consegue

fazer uma associação por relevância da mensagem que o usuário de internet está procurando ao produto que as empresas estão anunciando e isso resumidamente se chama link patrocinado. Analisando mais afundo, não existe publicidade melhor do que essa, primeiro porque segmenta o publico alvo de acordo com o produto, segundo porque se a pessoa está procurando por aquilo é porque ela realmente tem algum interesse.

E se você realmente deseja trabalhar no Google, você precisa saber sobre as verdades e mitos sobre o Google. O mais legal dessa parte foi perceber que, não existem mitos e que tudo que listarei abaixo é verdade. Olhem só se não dá vontade de trabalhar lá:


  • Há festas semanais no escritório
  • Vamos de Patinete, Skate ou bicicleta para as salas de reunião
  • Orkut é o nome de um engenheiro e ele tem perfil no facebook
  • Comemos muito e, além das refeições, snack points ficam espalhados pelo escritório
  • Podemos levar cães para o trabalho em alguns escritórios
  • Recebemos um incentivo para decorar nossas mesas
  • Trabalhamos MUITO

Se você ficou com ainda mais vontade de trabalhar no Google, não pense que é fácil entrar. Seguem algumas curiosidades que podem te ajudar:


  • Média escolar acima de 8,00
  • Média da faculdade acima de 8,00
  • Inglês fluente
  • Eles analisam a sua nota do Vestibular e do ENEM
  • Eles ligam para outras empresas que você trabalhou
  • Quem é indicado tem mais chances de entrar, pois uma pessoa que trabalha no Google reconhece uma que tem o perfil.

É isso pessoal! Espero que tenham gostado e que a matéria seja útil para vocês, assim como foi para nós. Agradecemos ao Davi por se dispor a ir até a faculdade e nos falar um pouquinho sobre a empresa que é a aspiração de todos.

Um beijo e boa sorte. 




Post realizado por:

Arianne D´Aquinno
Bruna Gazige
Francine Frois
Nadia Amaral
Natalia Cascone

CSO - 6E